segunda-feira, 22 de março de 2010

- então...desde que você ousou em me deixar, me sinto dessa forma.
- mas como, precisamente, está se sentindo?
- como se
tivéssem arrancado de mim algo que não posso sobreviver sem.
- e o que seria isto?
- ah! não me venha com essa "de que não sabe do que estou falando"...
- mas é sério, não faço
idéia do que possa ser.
- pense que parece que estou sem um pedaço de mim do meu corpo.
- qual parte dele?
- qualquer uma horas! só imagine.
- mas gostaria que fosse clara comigo, sabe que tenho uma imensa dificuldade de ler nas entrelinhas.
- tudo bem...depois não diga que estou sendo dramática demais viu.
- não vou dizer, prometo!
- é, você sempre promete isso mas...
- ... olha, você já está querendo mudar o rumo, me diz de uma vez qual é essa bendita parte.
- e você ainda não se deu conta de que levou consigo o MEU coração?
-
aff! de novo isso. não me venha com essa...
- não disse! mais uma vez eu sou a dramática, por isso não gosto de falar sobre isso com você mais.
- não é isso, é que sempre é a mesma história.
- lógico que é, pois foi dessa forma que tudo aconteceu. nada além ou menos que isso que sempre digo. vamos fazer assim, deixe isso (mais uma vez) pra lá. agora pode me deixar sozinha, por favor, que preciso pensar um pouco.
- tudo bem então...até amanhã (?)
- não! não me apareça aqui nos próximos anos.


(
geisiane - 13horas e 48minutos)

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